A Motorola promoveu Luciana Vedovato a diretora global de relações públicas e Renata Altenfelder é a nova diretora executiva global de marketing para MBG. Luciana, que atuava como diretora de comunicação América Latina da companhia, continuará a liderar as relações públicas da região, mas também coordenará a estratégia de comunicação da marca e os eventos de lançamento de produtos. Já Renata, que era líder de marketing da Latam, passará a monitorar a estratégia global de marca e VI, varejo, campanhas de produtos, parcerias e execução de ativos digitais.

 

Fonte: Meio & Mensagem

Publicado por conrerp5 em 16- fevereiro - 2020 Notícias

Saiba quais são os programas indicados para jornalistas e profissionais de relações públicas.

Os mais atentos aos fenômenos da internet já notaram: podcasts estão em alta. O formato ganhou tamanha relevância, que 40% dos internautas brasileiros afirmam já ter ouvido algum podcast. Diante disso, têm surgido programas para públicos cada vez mais segmentados, incluindo o de relações públicas.

 

Relações Públicas: os podcasts imperdíveis para quem atua na área

Alguns números revelam a força dos podcasts, viabilizados pelo surgimento da internet e das plataformas digitais.
Segundo o Spotify, no mundo todo o consumo de podcasts na plataforma cresceu 330% entre 2017 e 2018. No Brasil, eles já fazem parte da rotina diária de 19% dos usuários de internet, de acordo com o Ibope.
Geralmente são ouvidos nos trajetos para o trabalho, durante a realização de atividades domésticas ou na prática de exercícios físicos.

Confira a seleção de programas que mostram por que podcasts são uma ótima fonte de conteúdo também para profissionais de relações públicas.

 

1. PR Week

O podcast da publicação norte-americana, especializada em relações públicas, traz entrevistas com profissionais renomados da comunicação.

As conversas, que giram em torno de 30 minutos, contemplam visões aprofundadas acerca de novas tendências das relações públicas. Além disso, apresentam dicas e relatos de desafios enfrentados pelas áreas de RP de grandes organizações.

Já passaram pelo programa nomes como Andy Polanski, CEO da segunda maior agência de RP do mundo – a Weber Shandwick, Tina McCorkindale, presidente do Institute for PRMichael Sneed, CCO da Johnson & Johnson, entre outros.

Uma ótima oportunidade de fazer benchmarking e entender como outras empresas encaram os desafios da comunicação na era dos dados.

 

2. The Talking Points

O The Talking Points traz as notícias e novidades mais relevantes para as áreas de relações públicas, mídias sociais, marketing, e tudo mais relativo à comunicação.

O programa já é considerado um dos mais tradicionais para esse público, tendo mais de 114 edições no ar.

Destaque para o episódio 110, que aborda os dados do Relatório Global de Comunicação da USC Annenberg, e como millennials confiam mais em influenciadores da internet do que em parentes.

Também vale assistir ao episódio 101, com dicas de comunicação para 2019.

Em suma, se você deseja acompanhar as principais questões acerca do desenvolvimento da comunicação corporativa e relações públicas no mundo, esse é o podcast ideal.

 

3. The Daily

podcast do New York Times vai ao ar cinco vezes na semana, em episódios curtos, de 20 minutos. Produzido pelo time de jornalismo do veículo, o The Daily vai atrás das pautas mais diversas.

Os temas passam por política, relações internacionais, comportamento, tecnologia, entre outras editorias.

Assim, o podcast é um produto imperdível para quem quer se manter informado sobre os temas em alta no mundo.

 

4. Meio e Mensagem

Um dos principais portais de comunicação e mídia do país, o Meio e Mensagem também entrou na onda dos podcasts com o 100 dias de inovação.

O produto, lançado em 2019, é uma série focada em tecnologia, e aborda temas como dados e estratégia e impactos da tecnologia na mídia e publicidade.

Um podcast obrigatório para jornalistas e profissionais de relações públicas se atualizarem sobre inovação no mercado da comunicação.

 

5. Durma Com Essa (+ bônus)

Conhecido por contextualizar fatos e notícias em pauta na sociedade, o Nexo Jornal agora também conta com um Podcast, o Durma Com Essa.

O programa é apresentado de segunda a quinta, e traz uma visão diferenciada sobre acontecimentos marcantes do dia, que vão da política à tecnologia.

Os episódios curtinhos, de até 15 minutos, são perfeitos para quem tem uma rotina corrida, mas não quer ficar desinformado sobre o que está acontecendo no país e no mundo.

O veículo conta ainda com outros podcasts, como o Politiquês, um produto semanal que “mostra as ideias que movimentam o país e os conceitos que estão na base do debate político”.

 

6. Braincast

O portal de criatividade e inovação Braincast possui um dos podcasts mais populares do país, o Braincast. O produto trata de temas referentes à criatividade, entretenimento e inovação.

Com mais de 200 episódios no ar, é um programa indicado aos profissionais de relações públicas que querem estar atualizados sobre esses assuntos de uma maneira leve e, ao mesmo tempo, aprofundada.

Vale conferir episódios como A Ciência de Dados, que aborda como a análise e coleta de dados vem impactando a tomada de decisão nas empresas.

Outro destaque é o que debate O Profissional de Comunicação do Futuro, trazendo à tona as novas possibilidades de atuação e crescimento nesse campo.

 

7. Anticast

Um dos programas mais antigos do segmento, o Anticast se dedica desde 2011 a tratar de temas como comunicação, design e cultura digital.

Para quem atua com relações públicas, o podcast traz informações relevantes sobre assuntos cada vez mais em alta na área, como Storytelling.

Tem até um episódio sobre podcast, em que o programa explica a ascensão do formato no mundo e debate sua presença no Brasil.

 

8. Social Media Cast

Como sabemos, profissionais de relações públicas também precisam estar atentos ao que acontece nas redes sociais.

Por isso, um podcast imperdível é o Social Media Cast, que toda terça-feira promove discussões, ao vivo, sobre assuntos que orbitam o universo das mídias sociais.

Os episódios trazem sempre movimentações e números das principais empresas do setor, novidades das redes e tudo mais relacionado à tecnologia. Estratégia digital e fake news são alguns dos temas que já estiveram em pauta.

Publicado por conrerp5 em 23- janeiro - 2020 Destaques Notícias

Atendendo o clamor antigo de parte da sociedade em diversos lugares do mundo, a Avon tomou a decisão de banir todos os testes animais, de todas as suas marcas e mercados. A iniciativa envolve, inclusive, a China, onde o procedimento é obrigatório por leis locais para determinados tipos e categorias de produtos, como protetores solares e desodorantes.

Com isso, a companhia permanece no mercado chinês, mas de forma adaptada, com algumas reformulações nas linhas de produtos e com abertura de novos canais de e-commerce, que não exijam o cumprimento dos requisitos legais do país para testes em animais. Segundo a empresa global, a mudança envolveu o esforço de diversas áreas, desde P&D, supply chain até mesmo marketing e comunicação.

De acordo com o presidente da Avon, José Vicente Marino, a companhia não acredita que os testes em animais sejam necessários para garantir a segurança de um produto e que a organização tem trabalhado para promover a inserção de métodos alternativos de produção há diversos anos. “Estamos confiantes de que esse avanço apoiará nossos esforços para atender às expectativas de nossos clientes e Revendedoras em todo o mundo”, comenta Marino, em comunicado encaminhado para a imprensa.

Vale lembrar que, em maio deste ano, a brasileira Natura fez a aquisição da operação global da Avon, criando o quarto maior grupo de beleza do mundo, com faturamento bruto superior a US$ 10 bilhões.

Fonte: Meio e Mensagem

Publicado por conrerp5 em 19- dezembro - 2019 Notícias

Por Carlos Carvalho, presidente-executivo da ABRACOM


Agências de PR estão diante de seu maior desafio

Trago boas notícias para empresas e profissionais das agências de comunicação corporativa. E novidades ainda melhores para gestores de comunicação das organizações públicas e privadas. As transformações velozes e furiosas que atingem a indústria da comunicação como um todo elevaram o relacionamento com públicos estratégicos à condição de necessários e fundamentais. E são as agências de PR, que no Brasil conhecemos como de comunicação corporativa, as empresas mais habilitadas para diagnosticar, planejar e implementar ações de relacionamento com os stakeholders. É claro que a publicidade, o marketing, o digital e todos os segmentos de nossa indústria continuarão a desempenhar papel importante na venda de produtos e serviços. Mas vivemos cada vez mais mergulhados na era em que o consumidor — e cidadão — quer respostas qualificadas, informação, conteúdo e diálogo com as marcas e com os gestores públicos.

A Associação Brasileira das Agências de Comunicação (Abracom), entidade da qual sou o executivo, reúne mais de 170 empresas do setor, respondendo por cerca de 80% do faturamento de nosso mercado, que em 2018 foi da ordem de R$ 2,47 bi. Temos desde empresas “boutique”, com poucos funcionários e equipes altamente qualificadas tecnicamente, até as gigantes do setor, algumas com mais de 400 profissionais. Empresas nacionais, multinacionais, participantes de grandes grupos ou independentes, muitas das quais com conexões internacionais. O que faz de nosso setor um segmento antenado com o que de mais novo e profissional se faz no mundo de PR em todo o planeta, especialmente em mercados centrais, como o britânico e o norte-americano. Em termos de boas práticas e consistência técnica, estamos alinhados.

Uma das marcas do mercado brasileiro de PR é o crescente índice de profissionalização das empresas. Quando a Abracom foi criada, eram raros os departamentos financeiros e as áreas de RH nas agências. Com o crescimento do setor, a gestão das empresas passou a ser uma preocupação dos empresários para ampliar o nível de formalização das relações de trabalho, implantar políticas financeiras e de relacionamento com os funcionários e promover a descoberta e retenção de talentos. Afinal, a base de uma boa agência de comunicação corporativa é sua equipe, a inteligência embarcada e a capacidade multidisciplinar de encontrar as melhores respostas para os desafios cada vez mais complexos do mundo da comunicação.

Sim, falei em multidisciplinaridade, porque essa é uma marca da evolução do nosso segmento. Nos primeiros anos de existência da entidade, pesquisas apontavam uma ampla maioria de profissionais oriundos do jornalismo presentes nas equipes das agências. Esse índice chegava próximo dos 90%. Eram tempos em que o serviço de relações com a imprensa dominava a carteira de serviços do setor. Hoje, temos cerca de 50% de formados em jornalismo, sendo que muitos têm segundas e terceiras formações em negócios, marketing e relações públicas, entre outras áreas do conhecimento. E como os serviços são cada vez mais diversificados, se você fizer um overview sobre as agências, vai encontrar advogados, antropólogos, matemáticos, economistas, sociólogos, designers e uma infinidade de outras formações que compõe um quadro cada vez mais diverso.

E para que as ações de comunicação baseadas em relacionamento sejam cada vez mais eficazes, é preciso investir em tecnologia, inovação e fazer parcerias com startups e centros de pesquisa de universidades. É isso que empresas de ponta do setor, e a própria Abracom, buscam, para subsidiar gestores e profissionais a respeito do impacto e da necessidade de trabalhar a inteligência de dados, manejar os algoritmos e entender como direcionar conteúdos para públicos cada vez mais pulverizados.

Para que a entrega tenha valor estratégico, temos outra preocupação. É preciso que as concorrências sejam cada vez mais certeiras. E temos trabalhado o tema em parceria com a ABA e também através de nosso projeto “10 passos para uma concorrência legal” (encurtador.com.br/sCUY5) , em que orientamos áreas de compras e de comunicação sobre como desenvolver um processo de contratação que busque a melhor empresa, com a melhor proposta técnica, equipe capacitada e preço justo.

Porque, se o briefing é torto, a contratação também será. Uma boa concorrência, entendemos, precisa tratar com igualdade os concorrentes, exigindo a aplicação das leis trabalhistas na contratação de equipes, valorizando a qualidade e a senioridade dos profissionais do atendimento e, principalmente, fazendo um diagnóstico prévio das necessidades de comunicação que levem à escolha dos melhores produtos e serviços necessários para a obtenção de bons resultados.

Bem-vindos à era do relacionamento.

Publicado por conrerp5 em 22- outubro - 2019 Notícias

Carlsberg anunciou novos protótipos de garrafas biodegradáveis, numa tentativa de zerar emissões de suas cervejarias

Já pensou em tomar cerveja em uma garrafa de papel? A Carlsberg, produtora dinamarquesa, revelou na última semana dois protótipos de garrafas biodegradáveis, a Green Fibre Bottle, feitas de fibras de madeira e com uma camada interna impermeável.

Em um dos protótipos, a proteção é uma fina camada de plástico feita de garrafas PET recicladas. O outro usa o polímero biodegradável PEF (polietileno 2,5-furandicarboxilato).

“Estamos contentes com os avanços com a Green Fibre Bottle,” disse Myriam Shingleton, vice-presidente de desenvolvimento da Carlsberg. “Ainda não chegamos lá, mas os dois protótipos são um passo importante para realizar nossa ambição final de trazer essa novidade ao mercado”.

A iniciativa faz parte do projeto da Carlsberg em zerar as emissões de carbono em suas cervejarias até 2030. Na cadeia inteira de produção, o objetivo é diminuir emissões em 30%.

A busca pela embalagem de papel começou em 2015, quando a Carlsberg se juntou com outras empresas locais para desenvolver a tecnologia (que existe há muito tempo nas Kombis de caldo de cana). Neste ano, a Paboco foi formada para criar garrafas sustentáveis. É uma joint-venture entre a empresa de embalagens BillerudKorsnäs e a fabricante de garrafas Ampla.

Junto com a Green Fibre Bottle, a Carlsberg anunciou uma parceria com Coca-Cola, L’Oreal, Absolut e a Paboco para avançar na pesquisa e desenvolvimento da garrafa de papel. “Parcerias como essa, que são unidas pelo desejo de criar inovações sustentáveis, são a melhor maneira de trazer mudanças reais”, disse Shingleton.

Publicado por conrerp5 em 22- outubro - 2019 Notícias

 

O termo é recorrente e soa moderno, mas seu histórico aponta para o século XIX. O surgimento do marketing de influência não está ligado às mídias sociais, embora automaticamente pensemos no relacionamento com influenciadores digitais. Exercemos influência sobre outras pessoas desde o início dos tempos. Alguns pela liderança, outros pelo carisma.

O conceito é simples: um influenciador é uma pessoa cujas opiniões são consideradas confiáveis por aqueles que a ouvem e/ou leem. Naturalmente, as empresas se aproveitaram para associar suas marcas a essas pessoas. Afinal, confiabilidade representa mais vendas, maior awareness e melhor branding.

 

As marcas e o relacionamento com influenciadores

É normal observarmos hoje que, assim que um influenceraponta o produto “x” como positivo, uma legião de fãs toma tal afirmação como verdade. Fato consumado! Esta lógica, no entanto, nem sempre foi tão natural. Longe disso! Praticamente todos os especialistas e analistas de marketing apontam 1890 como o ano do surgimento do marketing de influência. Ou seja, essa “lógica” do mercado realmente faz sentido há cerca de 130 anos.

A empresa norte-americana Randolph Truett (R. T.) Davis Milling Company foi, supostamente, pioneira neste aspecto. Após a aquisição da marca de mistura de panquecas Aunt Jemima em 1890, a R. T. Davis Milling contratou Nancy Green como personagem publicitária para representar a marca. Mas quem era Nancy Green? Tratava-se de uma mulher negra, ex-escrava, com mais de 50 anos. Totalmente revolucionário para a época.

Após marcar presença em uma exposição realizada em Chicago, em 1893, sua personalidade amigável e visão tão positiva dos visitantes rendeu a Green um contrato vitalício com a marca. Por conta do aumento das vendas ano após ano, a ex-escrava representaria a Aunt Jemima até o fim de sua vida. A partir daí, diversas outras empresas passaram a conectar suas marcas não somente a pessoas, mas também a personagens. Este teria sido apenas o primeiro passo para as organizações rumo ao relacionamento com influenciadores.

 

O passo seguinte no relacionamento com influenciadores

O relacionamento com influenciadores nasceu a partir de Nancy Green como Aunt Jemima e foi muito além. As décadas de 1920 e 1930 viram a Disney associar sua marca a Mickey Mouse e a Coca-Cola, ao Papai Noel. Depois, vieram ainda Tony, o tigre dos sucrilhos Kellogg’s, e o palhaço Ronald McDonald, da rede McDonald’s. Tornaram-se exemplos concretos, inclusive, para as aulas de português dadas nas escolas brasileiras. As “mascotes” das marcas são exemplos de uma das figuras de linguagem mais tradicionais da língua portuguesa, a metonímia. A parte passou a representar o todo. Os influencers começaram a se misturar com as próprias marcas e os próprios produtos.

Exemplos práticos no Brasil? Citamos dois nomes: Carlos Moreno e Sebastian Fonseca. O primeiro foi o garoto-propaganda da Bombril por quase 40 anos. O segundo representou a C&A por mais de duas décadas. Aposto que só de mencionar as marcas, você já deve se lembrar do rosto de ambos. E consegue fazer o caminho contrário também – ao ver o rosto de ambos, lembra diretamente das empresas.

Casos clássicos de um excelente relacionamento com influenciadores. Por parte tanto das empresas, que exploravam muito bem suas marcas, quanto dos públicos, que se viam representados e esperavam sempre pela próxima propaganda de ambas as empresas. São dois exemplos, mas estão longes de serem os únicos casos. E o baixinho de bigode da Kaiser? E quanto a Fabiano Augusto e seu lendário bordão “Quer pagar quanto?”, para as Casas Bahia? E não pense que hoje em dia a prática não mais “funciona”. Se duvidar, pergunta lá no Posto Ipiranga.

 

A lógica atual do relacionamento com influenciadores

Ainda assim, o famoso garoto-propaganda da Ipiranga é uma exceção nos dias de hoje. As marcas têm procurado promover sua interação de outra forma, por meio das redes sociais. A evolução do marketing de influência tornou-se mais analítica. Não é meramente operacional. As empresas agora direcionam suas marcas exatamente para a segmentação que desejam. A base é o público-alvo e o engajamento conquistado.

Um exemplo é a Fanta, que conectou sua marca a famosos YouTubers, dando início a uma série de episódios em um “reality show” no YouTube. A empresa trouxe Caju, Christian Figueiredo, Gusta, Haru, Malena, Poladoful, Pyong Lee e T3ddy. O foco? Aumentar a visibilidade da marca com pessoas jovens – e consequentemente, as vendas.

Essa nova relação com as mídias sociais foi uma quebra de paradigma para o mercado publicitário, que sempre esteve acostumado a uma tabela de preços. As propagandas perderam força, enquanto redes sociais como Facebook e Instagram têm, crescentemente, servido como base para a decisão dos consumidores. Menos pessoas têm assistido TV e os usuários têm instalado cada vez mais bloqueadores de anúncios. Por isso, a originalidade e a inovação das marcas são destaques nos dias atuais, para aumentar o engajamento com seu público-alvo.

E como elas executam? Algumas empresas enviam o conteúdo como deve ser postado exatamente, enquanto outras dão liberdade aos influencers para produzirem de forma espontânea. O relacionamento com influenciadores mudou. Além do respeito que deve ser mantido durante a negociação, é importante manter o influencer próximo à marca pós-fechamento da negociação.

Quanto mais natural e positivo o relacionamento com influenciadores, melhor para as empresas. Afinal, maior autenticidade as publicações terão e, provavelmente, maior engajamento irão gerar. E é aí que as marcas esfregam as mãos, pois isso provavelmente representará um crescimento das vendas ou maior awareness. Depende do objetivo buscado.

 

Fonte: VIANEWS.

Publicado por conrerp5 em 14- julho - 2019 Notícias

Durante o encerramento da segunda edição da Cimeira Ibero-americana de Comunicação Estratégica, o CIBECOM 2019, dois importantes anúncios foram feitos: a Argentina será a sede dos Prêmios Fundacom 2020 e o Brasil receberá o CIBECOM 2021, evento bienal. Com estes anúncios, a Fundacom põe em evidência a importância de eventos como estes transitarem pelos diferentes países ibero-americanos.

Mais de 250 participantes e 60 palestrantes participaram do evento, marcado pela qualidade das palestras. Entre eles, líderes mundiais de setores como tecnologia, esporte, pesquisa e administração pública. Uma das principais conclusões foi que os três eixos temáticos que sustentaram o evento – tecnologia, emoção e adaptação – são conceitos distintos, mas complementares, sobretudo em um contexto volátil, em que a adaptação é a chave.

O que é Cibecom?

O PRINCIPAL EVENTO DE COMUNICAÇÃO IBERO-AMERICANO

Cibecom é a Cimeira Ibero-Americana de Comunicação Estratégica, que é celebrada bienalmente. É o principal evento internacional para executivos de língua espanhola e portuguesa encontrarem respostas e conhecerem as tendências em comunicação que fazem crescer as organizações.

Publicado por conrerp5 em 18- junho - 2019 Eventos Notícias

 

 

Você sabia que é possível unir relações públicas e marketing de conteúdo em uma mesma estratégia? Por mais que algumas pessoas tenham a falsa ideia de que uma estratégia tenha sentido oposto ao da outra, cada vez mais esse mito vem caindo em descrédito devido aos bons resultados que as empresas têm obtido ao trabalhar as duas metodologias de forma paralela.

 

Outra prova disso é a crescente quantidade de profissionais de RP que estão ocupando cargos de estrategistas de marketing de conteúdo nas empresas, alinhando os conhecimentos de ambas as áreas.

 

Quais são as diferenças entre RP e marketing de conteúdo?

Antes de traçar uma estratégia unindo os conceitos de relações públicas e marketing de conteúdo, é importante ter conhecimento sobre a definição de cada uma das áreas.

 

As relações públicas compõem todo o trabalho que uma empresa realiza ao se comunicar com o seu público, e isso inclui a busca por espaço nas mídias para a divulgação de novos produtos e serviços, eventos realizados etc.

 

O marketing de conteúdo, por sua vez, trabalha com uma metodologia baseada no funil de vendas, de modo que são desenvolvidos textos e artigos nas diferentes fases da jornada de compra de um consumidor.

 

Como as relações públicas podem contribuir para uma estratégia de marketing de conteúdo?

 

Os profissionais de relações públicas recebem, em sua formação, diversas aptidões que são fundamentais para uma boa estratégia de conteúdo. Desse modo, esses profissionais têm condições de reunir esses conhecimentos em comunicação para gerar mais resultados para as empresas. Abaixo estão 3 situações em que as relações públicas e marketing de conteúdo podem andar juntos.

 

 

  • Geração de personas

 

Os profissionais de relações públicas possuem conhecimento para realizar um detalhado mapeamento de públicos e stakeholders. Isso é fundamental para se ter uma boa base para a criação de personas, uma peça importante para a criação de conteúdo para a organização.

 

  • Distribuição de conteúdo para a imprensa

 

Engana-se quem pensa que o press release é uma ferramenta que só pode ser utilizada para divulgar eventos ou lançamentos de uma organização. Como os profissionais de relações públicas geralmente têm uma relação próxima com a imprensa, é possível também enviar material produzido para o blog da empresa, por exemplo.

 

Assim, os veículos de comunicação poderão citar a organização como fonte ao produzir matérias sobre assuntos do seu segmento. Isso é muito importante para que a marca ganhe em relevância e reputação.

 

  • Sugestão de pauta

 

Devido à proximidade que o profissional de relações públicas tem com as pessoas que seguem a empresa, seja pelos meios tradicionais ou pelas mídias online, é possível que ele perceba assuntos que são de interesse da audiência da sua marca.

 

Desse modo, as RP também podem contribuir para que você produza pautas que realmente sejam de interesse e gerem engajamento com o seu público.

Publicado por conrerp5 em 26- abril - 2019 Notícias